A Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom-PR), com apoio da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), realizou o ciclo de oficinas “Vozes Periféricas e Narrativas Populares – Educação Midiática, Boas Práticas e Sustentabilidade na Comunicação”, no último sábado (31/05), em formato online. Ao todo, 864 pessoas se inscreveram para participar de forma gratuita e com direito a certificado. A iniciativa permitiu a comunicadores(as), educadores(as), lideranças e representantes da sociedade civil a troca de experiências, o aperfeiçoamento de metodologias e o fortalecimento de redes colaborativas em torno de uma comunicação mais democrática, inclusiva e comprometida com os direitos humanos.“É muito importante ter todo o território conectado com o Governo Federal. É assim que a gente consegue construir política pública efetiva e consegue encurtar os caminhos para poder avançar cada vez mais”, ressaltou a diretora de Articulação Institucional e Estratégia Digital da Secretaria de Comunicação Institucional (SECOI), Danutta Rodrigues.O diretor de Mídia Regional da Secretaria de Imprensa (SIMP), Flávio Moraes, destacou o compromisso com o estímulo à atuação dos comunicadores periféricos. “A gente sabe que é nos territórios que a vida acontece e onde vocês têm trabalhado para mudar a realidade. Vocês contam a realidade do país para, ao mesmo tempo, fortalecer a cidadania e mudar essa realidade. É muito importante que a gente apoie e valorize cada vez mais esse trabalho”, defendeu.Já a diretora de Promoção de Liberdade de Expressão da Secretaria de Políticas Digitais (SPDIGI), Marina Pita, enfatizou a importância de se debater a promoção da sustentabilidade do jornalismo. “Precisamos entender quais são as dificuldades para o jornalismo comunitário de qualidade chegar nas pessoas e criar estratégias para que ele chegue a elas. Nem sempre vamos conseguir fazer isso por meio das plataformas. Quais outras alternativas temos? Isso tem sido uma discussão global e é muito bom que a gente possa debater com as pessoas que estão enfrentando esses desafios no dia-a-dia e, inclusive, obter sugestões de como trabalhar esse tema”, pontuou.