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26 de junho 2026

Taxa de desemprego atinge baixa histórica no trimestre até maio segundo Pnad

Taxa de desemprego atinge baixa histórica no trimestre até maio segundo Pnad A taxa de desemprego no trimestre encerrado em maio atingiu a baixa histórica de 5,6%, a menor desde o início da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua. A pesquisa se iniciou em 2012.A taxa também apresentou queda em relação ao trimestre móvel anterior (dezembro, janeiro e fevereiro), quando marcou 5,8%. Em 2025, o índice do trimestre encerrado em maio era 6,2%.Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).O levantamento apontou que o país tinha 6,1 milhões de desocupados, patamar considerado estável em comparação ao trimestre móvel terminado em fevereiro (6,2 milhões) e diminuição de 9,3% em relação ao ano anterior, quando eram 6,7 milhões.A Pnad mostrou a população ocupada em 102,7 milhões no trimestre terminado em maio, 0,5% acima do período terminado em fevereiro (mais 558 mil pessoas).
Pnad apura mercado para maiores de 14 anosA pesquisa do IBGE verifica como o mercado de trabalho se comporta para pessoas com 14 anos ou mais, considerando qualquer tipo de ocupação – como com ou sem carteira assinada, temporárias ou autônomas.De acordo com os critérios do IBGE, é considerada desocupada a pessoa que realmente procurou uma vaga de emprego nos últimos 30 dias anteriores à pesquisa.São visitados 211 mil domicílios em todos os estados e no Distrito Federal.A pesquisa apontou que o rendimento médio mensal do trabalhador ficou em R$ 3.726 no trimestre encerrado em maio, estável em relação ao trimestre móvel anterior (R$ 3.756) e 4% acima do registrado no mesmo período do ano passado. Os valores são reais, ou seja, já levam em conta a inflação do período.Já a taxa de informalidade – proporção de trabalhadores informais na população ocupada – foi de 37,3%, o que representa 38,3 milhões de trabalhadores. Um ano antes, o indicador era 37,8%.O IBGE considera informais os empregados sem carteira assinada e autônomos sem CNPJ, por exemplo. Essas pessoas não têm garantidas coberturas como seguro-desemprego, férias e décimo terceiro salário.
Pnad mostra que mais de metade dos trabalhadores contribuem para previdênciaA pesquisa revelou que 66,6% dos trabalhadores contribuíram para a previdência. Isso equivale a 68,4 milhões de pessoas.Ao contribuir para institutos de previdência, o trabalhador adquire garantias, como aposentadoria, benefício por incapacidade e pensão por morte.O IBGE considera contribuintes os empregados, empregadores, trabalhadores domésticos e por conta própria que tenham contribuído para institutos de previdência oficial federal (INSS ou Plano de Seguridade Social da União), estadual ou municipal.O instituto esclarece que um trabalhador informal (por conta própria sem CNPJ) pode ser contribuinte individual do INSS.O menor desemprego já registrado pela Pnad foi 5,1% no último trimestre de 2025. A maior taxa já constatada foi 14,9%, atingida em dois períodos: nos trimestres móveis encerrados em setembro de 2020 e em março de 2021, ambos durante a pandemia de covid-19.
Fonte: TVT News / Imagem: EBC

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